IMAGINAR: PENSAR (A PERFORMANCE) COM IMAGENS EM TEMPOS DE REGISTROS (2014)

Ensaio publicado originalmente na revista digital “De Poéticas Corporales”, [online]. Edición n° IV, agosto de 2014

Resumo:

Se imaginar fosse pensar com imagens, qual estaria sendo o papel do registro numa arte que se pensa como corporal, mas se divulga como visual? Quais funções estaria cumprindo o registro em relação à capacidade de imaginar que possuímos, quando nosso campo de visão esta mediado pelo mesmo? E a partir daí, quais funções esta cumprindo o registro sendo formador condicionante de pensamentos num publico que cada vez mais tende a se relacionar com a obra registrada e não com a obra in situ? Ou talvez seja que estamos falando de distintos tipos de obras e não só de distintas temporalidades? E se assim fosse, qual estaria sendo o papel da Performance numa arte que se teoriza como corporal, mas se divulga como visual?